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HealthParrot17 min read

Papagaio após cirurgia: a semana de recuperação em casa

A cirurgia de papagaio é geralmente decidida na semana posterior, e as duas variáveis são o calor e a alimentação. Uma ave mantém uma taxa metabólica elevada com pequenas reservas, por isso a anorexia é a complicação que mais frequentemente leva à perda do caso. Este guia aborda a gaiola hospitalar, o motivo pelo qual o peito da ave nunca deve ser comprimido, a pesagem diária e a contagem de excrementos, a aparência normal das equimoses esverdeadas em comparação com infeções, como gerir o comportamento de arrancar pontos e a cronologia diária das complicações.

Papagaio após cirurgia: a semana de recuperação em casa — Peqaboo

Resposta rápida

Papagaios têm penas, não pelo, e nada numa ave em recuperação deve ser escovado. O que realmente decide o desfecho da cirurgia de um papagaio é a semana seguinte, em casa, e tudo se resume a duas coisas: manter a ave quente e garantir a ingestão de alimento.

Um papagaio mantém uma taxa metabólica muito elevada com reservas de energia muito pequenas. Um cão pode saltar uma refeição após uma operação e ficar bem. Um papagaio não consegue, e um papagaio pequeno não consegue saltar meio dia.

  • Pese a ave todas as manhãs, em gramas, antes de comer. O peso é o sinal vital na medicina aviária e mudará antes do comportamento.
  • Prepare uma gaiola hospitalar: poleiro baixo ou inexistente, piso acolchoado, comida e água ao alcance ao nível do chão, sem brinquedos, sem cordas.
  • Providencie uma zona quente e uma zona mais fresca para que a ave possa escolher, em vez de aquecer todo o espaço.
  • Ofereça os alimentos favoritos, incluindo aqueles que normalmente restringe. As calorias agora importam mais do que a qualidade da dieta.
  • Nunca aplique cremes, pomadas ou óleos nas penas. Eles destroem o isolamento e a ave irá ingeri-los.

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Nunca enfaixe ou ligue o corpo de um papagaio firmemente, e nunca deixe nada pressionar o esterno.

As aves não têm diafragma. Elas respiram movendo o esterno e as costelas para fora, por isso uma ligadura firme à volta do peito, uma toalha apertada ou uma ave presa de costas sob pressão impede totalmente a respiração. Esta é a forma mais comum de um tutor bem-intencionado matar uma ave durante o manuseamento. A contenção é sempre feita à volta da cabeça e dos ombros, nunca à volta do peito.
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Resumo
Espécie
papagaio
Categoria
saúde
Nível de risco
alto
O número que importa
peso matinal diário em gramas
Janela de maior risco
as primeiras 48 horas, seguidas dos dias três a sete para problemas na ferida
Habitação
nível único, piso acolchoado, sem poleiro de onde possa cair
Emergência
não comer, ficar inchado no chão ou qualquer ferida aberta

Decida em 60 segundos

O que observaO que fazer agora
Não come, ou o peso matinal está visivelmente inferior ao de ontemContacte o Veterinário hoje. Ofereça alimentos favoritos imediatamente.
Sentado, inchado no chão da gaiola, olhos semicerradosEmergência. Aqueça suavemente, mantenha em silêncio, transporte.
Respiração de bico aberto, cauda a oscilar a cada respiraçãoEmergência. Não contenha. Transporte com a transportadora parcialmente coberta.
Ferida aberta, a sangrar ou com corrimentoEmergência. Não limpe nem aplique nada. Transporte.
A roer ou a picar o local cirúrgicoContacte o Veterinário hoje, antes que se torne um hábito.
Asa descaída ou a ave não consegue equilibrar-seContacte o Veterinário hoje.
Equimose esverdeada em torno do local, ave ativa e a comerEsperado. Fotografe diariamente e continue a observar.
Menos excrementos ou mais pequenos do que ontemEstá a comer menos. Aja antes que o peso baixe.

Porque as aves recuperam de forma diferente

Sem diafragma e sacos aéreos por todo o lado.

O sistema respiratório de uma ave é um fluxo unidirecional de ar através de pulmões rígidos, impulsionado pelo movimento do esterno e ligado a uma rede de sacos aéreos que chegam ao abdómen e a alguns ossos. Isto tem três consequências práticas após a cirurgia: a compressão torácica é imediatamente fatal, o anestésico inalado desaparece rapidamente, mas o calor corporal também, e a infeção ou irritação numa parte do corpo pode viajar mais longe do que esperaria.

Reservas muito pequenas.

Um papagaio queima energia a uma taxa que deixa pouca margem. A anorexia após uma operação não é um revés menor; é a complicação que mais vezes transforma uma cirurgia bem-sucedida numa ave perdida.

Perda de calor.

A anestesia e a perda da cobertura de penas sobre um local cirúrgico significam que uma ave arrefece rapidamente. Uma ave fria usa a sua energia restante a tremer em vez de cicatrizar, e para de comer.

As penas escondem tudo.

O inchaço, as equimoses, o corrimento e uma borda de ferida a começar a abrir são invisíveis até afastar as penas e observar sob boa luz.

Os bicos são instrumentos de precisão.

Os papagaios podem remover pontos com total precisão em segundos. As catatuas em particular são notórias por isso, e uma ave que começa a picar um local pode escalar para a automutilação.

Ocultação.

Os papagaios são animais de presa na natureza e mascaram a doença perante um observador. Observar do outro lado da sala, ou através de uma câmara de telemóvel deixada a gravar, dá uma imagem muito mais honesta do que estar parado junto à gaiola.

Antes de sair da clínica

Pergunte e anote as respostas:

Exatamente o que foi feito e o que foi removido ou reparado.

Que alívio da dor foi administrado, quando termina e o que continua em casa. As aves sentem dor e são habitualmente submedicadas porque mostram isso de forma muito subtil.

Que medicamento administrar, por que via, com que frequência e por quanto tempo. Pergunte especificamente se algo pode ser colocado na comida, pois uma ave que luta contra cada dose come menos depois.

Os pontos são absorvíveis ou precisam de ser removidos, e quando.

Como deve estar a ferida no dia dois, dia cinco e dia dez.

Que atividade é permitida. Voar, escalar, altura do poleiro e quando o mobiliário normal da gaiola pode voltar.

O que alimentar e o que fazer se a ave não quiser comer. Pergunte em que momento querem ser contactados.

O peso pré-operatório, para ter uma base que não seja um palpite.

O plano fora de horas, uma vez que a cobertura de emergência aviária é limitada na maioria das regiões e a clínica que realizou a cirurgia pode não ser a que consegue contactar à meia-noite.

Preparar a gaiola hospitalar

Um papagaio ao lado de um tabuleiro com uma toalha dobrada, um pulverizador e uma garrafa simples sem rótulo
Uma toalha macia para contenção e a medicação que o Veterinário dispensou. Nada mais de um kit de higiene pertence perto de uma ave em recuperação.

Nível único, sem altura.

Uma ave em recuperação de anestesia ou sob alívio da dor está instável, e uma queda de um poleiro alto para um chão de grades causa novos ferimentos. Remova os poleiros completamente durante o primeiro ou segundo dia, ou coloque um poleiro baixo a alguns centímetros acima de um piso acolchoado.

Acolchoar o piso.

Toalhas dobradas ou papel grosso. Mude diariamente para poder ver os excrementos claramente.

Comida e água ao alcance sem escalar.

Vários pratos rasos no chão, perto de onde a ave está sentada. Uma ave que tenha de se deslocar para comer pode simplesmente não comer.

Despir o mobiliário.

Sem cordas, sem baloiços, sem escadas, sem espelhos, sem brinquedos que exijam suspensão. Tudo o que convide a escalar ou ao emaranhamento deve sair.

Silencioso, pouco iluminado e seguro.

A cobertura parcial de um ou dois lados dá uma sensação de abrigo. Nunca cubra uma gaiola completamente: perde ventilação e, mais importante, perde a capacidade de notar uma ave a deteriorar-se.

Sozinha.

Sem companheiros de gaiola até que o Veterinário autorize. Aves companheiras picam os pontos e a dinâmica do bando vira-se contra uma ave debilitada.

Calor, feito corretamente

Um papagaio em recuperação precisa de um ambiente mais quente do que o habitual, e o erro comum é o aquecimento uniforme sem escapatória.

Forneça uma extremidade quente e uma extremidade normal, para que a ave se possa mover para onde se sente confortável. Essa escolha é a forma como uma ave se regula, e removê-la é o que causa o sobreaquecimento.

Use uma fonte de calor controlada por termóstato posicionada fora ou acima da gaiola, não uma lâmpada nua que a ave possa tocar e não um tapete térmico sob um piso de arame onde a ave se deite diretamente. As queimaduras de fontes de calor não reguladas são um ferimento real e evitável.

Leia a ave, não o termómetro.

Muito frio: inchada, recolhida, sentada no chão, sonolenta, a tremer.

Muito quente: penas achatadas, asas mantidas ligeiramente afastadas do corpo, ofegante com o bico aberto.

Confortável: penas relaxadas mas não inchadas, alerta, movendo-se ocasionalmente, a comer.

As correntes de ar importam mais do que a temperatura absoluta. Mova a gaiola para longe de portas, janelas e saídas de ar condicionado.

Alimentação e os números que dizem a verdade

Pese todas as manhãs, em gramas, antes da primeira refeição.

A mesma balança, à mesma hora, idealmente com a ave a subir para um poleiro adaptado a uma balança de cozinha. Anote. Uma tendência de descida durante dois dias é motivo para telefonar, mesmo que a ave pareça bem.

Ofereça o que há de melhor.

Nos primeiros dias, a qualidade da dieta é uma preocupação secundária. Ofereça o que esta ave realmente adora, incluindo alimentos que normalmente limitaria, juntamente com a sua dieta habitual. Alimentos quentes e macios são frequentemente aceites quando os granulados duros não são.

Sementes germinadas, granulados demolhados, vegetais cozidos e mornos e pequenos pedaços de fruta favorita funcionam. Continue a oferecer pouco e frequentemente em vez de encher uma taça de manhã.

Observe os excrementos.

Conte-os. Menos excrementos do que ontem significa que entrou menos comida, e isso aparece antes do peso.

Observe-os. Uma ave que não está a comer produz excrementos pequenos e verde-escuros, porque o pigmento biliar continua a ser produzido num intestino vazio. Sangue fresco, material preto tipo alcatrão ou sementes não digeridas justificam um telefonema.

Não improvise a alimentação por sonda.

Alimentar diretamente no papo por sonda é uma competência e, feita incorretamente, envia comida para a via aérea. Se uma ave realmente não comer, precisa de um Veterinário, não de uma seringa em mãos inexperientes.

Esqueça os aditivos na água.

Vitaminas e medicamentos na água de bebida alteram o sabor, reduzem o consumo e entregam uma dose desconhecida. Administre o que o Veterinário dispensou pela via que especificaram.

Cuidados com a ferida e autotraumatismo

Um grande plano da cabeça de um papagaio mostrando o olho e a abertura do ouvido
Um olho brilhante, largo e claro com as penas circundantes mantidas suaves é um dos melhores indicadores de que uma ave está bem. Olhos semicerrados e penas faciais inchadas não o são.

Observe uma ou duas vezes por dia, adequadamente.

Boa luz, penas afastadas suavemente na direção em que assentam e uma fotografia de cada vez para que possa comparar em vez de confiar na memória.

O que é esperado.

Inchaço leve durante o primeiro ou segundo dia. Descoloração verde ou azul-esverdeada a espalhar-se pelo local à medida que a equimose resolve. Bordas secas e fechadas. Uma ave que, fora isso, está ativa e a comer.

O que não é.

Inchaço que aumenta após o segundo dia. Qualquer corrimento. Bordas a abrir ou uma linha de sutura a ceder. Vermelhidão a espalhar-se para fora. Cheiro. Calor. Uma ave que começa a proteger a área ou a recusar ser tocada perto dela.

Nunca aplique nada.

Sem creme antissético, sem pomada, sem óleo, sem árvore do chá, sem aloé, sem pó. Produtos oleosos espalham-se pelas penas, destroem a sua estrutura isolante e são ingeridos durante a limpeza. Apenas o produto específico que o Veterinário dispensou, da forma que lhe mostraram.

Picar.

Se a ave começar a mexer no local, telefone no mesmo dia. A intervenção precoce com alívio da dor, um plano de distração ou um colar é muito mais eficaz do que tentar quebrar um hábito estabelecido.

Os colares são uma faca de dois gumes.

As aves toleram-nos mal. Um colar afeta o equilíbrio, bloqueia a limpeza e muitas vezes impede a ave de comer. Se um for colocado, pese diariamente sem falta e observe de perto a ingestão de alimentos. Nunca faça um em casa.

A cronologia da recuperação

Horas 0 a 24.

O período de maior risco. Esteja atento a uma ave que demora a ficar totalmente alerta, fria, a sangrar ou sem interesse por comida. Mantenha tudo silencioso e quente e não manuseie desnecessariamente.

Dias um a três.

A dor torna-se o principal problema se a analgesia for curta. Uma ave sentada encolhida e imóvel, ou relutante em mover-se, está frequentemente com dor em vez de sonolenta. Esta é a janela em que o apetite recupera ou não, e a tabela de peso diz-lhe qual é o caso.

Dias três a sete.

As complicações da ferida aparecem: infeção, seroma e deiscência, significando a abertura da ferida. É também quando uma ave que se sente melhor começa a tentar escalar e voar, que é exatamente quando a restrição de atividade é quebrada.

Dias sete a catorze.

Reação à sutura, formação de granuloma e autotraumatismo a desenvolver-se num hábito. Os pontos costumam ser removidos por volta desta altura se não forem absorvíveis.

Para além de duas semanas.

Regresso das penas sobre o local. Novas penas a nascer são sensíveis e podem desencadear o ato de picar, por isso esta é uma segunda janela posterior onde uma ave pode começar a danificar a área.

Variações que mudam a resposta

Espécies pequenas. Periquitos, caturras, inseparáveis e papagaios-do-senegal têm muito pouca reserva. Os seus limites para telefonar ao Veterinário são mais curtos e as suas variações de peso são medidas em poucas gramas.

Catatuas. Altamente propensas a picar e automutilar-se, e muito ligadas aos tutores, pelo que o isolamento é stressante. Planeie muita companhia silenciosa e supervisionada.

Papagaios-cinzentos. Esteja atento a instabilidade ou espasmos, uma vez que esta espécie é propensa a níveis baixos de cálcio no sangue, e um período stressante pode desencadear o problema.

Araras. Bicos poderosos e forte impulso de recuperação, por isso a restrição de atividade é a parte difícil.

Loris e loriculos. A sua dieta líquida à base de néctar complica a alimentação pós-operatória e a sujidade em torno de uma ferida. Pergunte especificamente sobre alimentação e higiene.

Aves mais velhas e aves com doença hepática ou renal. Limpeza de fármacos mais lenta e cicatrização mais lenta. Espere um período de restrição mais longo.

Checklist0/8

O que nunca fazer

Não enfaixe ou ligue o peito de uma ave, nem a segure pelo corpo.

Não aplique qualquer creme, pomada, óleo ou pó nas penas ou numa ferida.

Não coloque uma lâmpada de calor ou lâmpada nua onde a ave possa alcançá-la, nem um tapete térmico sob uma ave que não se consiga mover para fora dele.

Não cubra a gaiola completamente.

Não coloque a ave de volta com companheiros de gaiola até que o Veterinário concorde.

Não adicione vitaminas ou medicamentos à água de bebida.

Não administre qualquer medicamento humano, incluindo analgésicos.

Não tente alimentação por sonda sem formação.

Não deixe a ave voar ou escalar antes que o Veterinário autorize, e não resolva isso cortando as penas das asas.

Não espere até que a ave pareça indisposta. Aja pelo peso e pelos excrementos.

Mãos a apoiar suavemente a bochecha de um papagaio com um pano macio, a ave relaxada com os olhos fechados
Manuseamento suave, breve e calmo com uma toalha macia, à volta da cabeça e ombros e nunca à volta do peito. A maior parte da recuperação é deixar a ave sozinha num espaço quente e silencioso.

Existe uma equimose esverdeada a espalhar-se à volta da incisão. É infeção?
A descoloração esverdeada é uma equimose normal nas aves. A hemoglobina de uma nódoa negra decompõe-se em biliverdina, que é verde, por isso as equimoses das aves ficam verdes onde as dos mamíferos ficariam amarelas. A infeção parece diferente: aumento do inchaço após o segundo dia, corrimento, calor, cheiro, vermelhidão a espalhar-se e uma ave com mau aspeto. Fotografe diariamente e telefone se a imagem mudar, em vez de apenas a cor.
A minha ave não come granulados desde a operação. Devo preocupar-me?
Preocupe-se com as calorias totais, não com o tipo de alimento. Durante a primeira semana, ofereça o que esta ave realmente comer, incluindo comida macia e morna e guloseimas favoritas, e retome a dieta correta assim que estiver a comer bem. Pese todas as manhãs, porque esse número diz-lhe se a estratégia está a funcionar.
Quanto tempo até poder voar e escalar novamente?
Depende inteiramente do procedimento e a instrução do Veterinário é a resposta. O que importa mais é que a restrição seja imposta pelo ambiente e não pelo julgamento da ave: gaiola de nível único, poleiros baixos, comida no chão. Uma ave que se sente melhor no quarto dia fará exatamente o que não deve, dada a oportunidade.
Continua a tentar puxar os pontos. Posso colocar uma proteção sozinho?
Não. Colares e ligaduras caseiras causam frequentemente mais danos do que o ato de picar, porque interferem com o equilíbrio, a respiração e a alimentação. Telefone à clínica no mesmo dia. As opções incluem melhor alívio da dor, um colar corretamente ajustado, uma mudança de ligadura ou distração ambiental, e a ação precoce impede que o ato de picar se torne um comportamento a longo prazo.

Quando procurar ajuda

Viaje imediatamente para:

  • Respiração de bico aberto ou a cauda a oscilar a cada respiração
  • Sentada, inchada no chão da gaiola, ou incapaz de se manter na vertical
  • Qualquer sangramento ou uma ferida que tenha aberto
  • Colapso, convulsão ou incapacidade de agarrar com um ou ambos os pés
  • Uma ave que não comeu nada desde que chegou a casa

Telefone no mesmo dia para:

  • Qualquer descida no peso matinal
  • Menos excrementos do que no dia anterior ou uma alteração marcada na sua aparência
  • Inchaço no local que seja maior do que ontem, ou qualquer corrimento
  • A ave a picar ou a roer a ferida
  • Uma ave sentada encolhida e imóvel, o que geralmente significa dor em vez de descanso
  • Um colar que esteja a impedir a ave de comer

A cobertura para aves e animais exóticos é irregular na maior parte do mundo, e a clínica que realizou a cirurgia pode não oferecer cobertura noturna. Estabeleça antes da operação, não depois, para onde levaria a ave às três da manhã e quanto tempo demora a chegar lá.

My highlights & notes

Este artigo é educação geral e não substitui orientação veterinária. Se o pet estiver mal, consulte um veterinário.

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